Jornal dos Desportos

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Cidade do Petro na Filda assunto de Assembleia

SILVA CACUTI - 21 de Novembro, 2019

A questo da infra-estrutura faz parte da proposta do plano desportivo do clube que vai ser abordado em assembleia-geral extraordinria

Fotografia: CONTREIRA PIPAS | Edies Novembro

Em época de brindes, que coincide com a quadra festiva, a melhor prenda que os sócios e adeptos do Petro de Luanda podem esperar é a confirmação de que efectivamente o clube vai avançar  na construção de infra-estruturas,  no município do Cazenga, no espaço da antiga Feira Internacional de Luanda. A questão de infra-estruturas faz parte da proposta do plano desportivo e do orçamento do clube que vai ser abordado em assembleia-geral extraordinária,  a 21 de Dezembro.
O assunto não foi abordado na reunião magna de 16 do corrente, em virtude do orçamento da Sonangol, sócio -fundador, não estar  ainda aprovado. Ao que tudo indica, a petrolífera pretende  aviar a questão infra-estrutural do clube , dentro do plano para a sua autonomia, como defendeu Tomás Faria, presidente de direcção.
"Não gostaríamos de nos pronunciar, por que  falta-nos o parecer da Sonangol. Até lá, na assembleia, poderemos pronunciarmos relativamente a isso. Mas uma coisa é certa, há aposta claras da Sonangol em investir em infra-estruturas para o Petro de Luanda", disse Tomás Faria.
O presidente do clube azul amarelo e vermelho, "tricolor", destaca com satisfação o fim da tarefa de saneamento do clube e aponta para a autonomia."O saneamento que nos tinham solicitado está feito, o Petro está em condições de andar normalmente e a proposta é que o clube passe a ter alguma autonomia. Hoje, a autonomia está em cerca de 12 por cento e precisamos de fazer chegar aos 100 por cento. Acreditamos, que depois da assembleia de 21 de Dezembro poderemos dar uma resposta mais directa sobre estes aspectos todos", prometeu.
Quem, também, falou da questão das infra-estruturas foi  Hermínio Escórcio, membro do Conselho do Clube e sócio fundador. Escórcio também confirmou a aposta em  infra-estruturas e sem confirmar o espaço da Filda, disse,  apenas, que o lugar provável de construção das instalações de clube é próximo das localidades, que não obriguem os adeptos e sócios a percorrer grandes distâncias para poderem desfrutar dos equipamentos.
“Estamos a negociar com diversas entidades, para ver onde é que se pode construir as infra-estruturas e que não fiquem muito longe dos centros urbanos, para que as populações possam usufruir dessas instalações sem percorrer grandes quilómetros”, esquivou.