Jornal dos Desportos

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Modalidades

Fiba -Afrique distribui cento e vinte mil dlares

Melo Clemente - 27 de Maio, 2019

Sede da Fiba-Afrique em Abidjan

Fotografia: Jornal dos Desportos

O valor de cento e vinte mil dólares norte-americanos (Usd 120.000) é o que a organização da primeira edição da AfroLiga, competição que encerrou as suas cortinas ontem, no Pavilhão Arena do Kilamba, em Luanda, pôs à disposição das equipas que disputaram a aludida prova, segundo apurou o Jornal dos Desportos,  junto do presidente da Zona VI, o moçambicano Aníbal Manave.
De acordo com  Aníbal Manave, um dos candidatos para substituir o maliano Hamane Niang, da presidência do organismo que tutela a modalidade no continente africano, no caso, a Fiba-Afrique, o valor acima referenciado vai ser repartido pelas quatro equipas que disputaram a “Final Four” da AfroLiga,  o bolo maior vai para a formação vencedora.
O moçambicano fez saber, por outro lado, que o prémio para a próxima edição da prova que passa a ter uma nova designação (Basketeball African League), pode vir a dobrar.
“Estamos a trabalhar,  no sentido de melhorar  a questão dos prémios das equipas”, asseverou Aníbal Manave, um dos fortes candidatos a assumir a presidência da Fiba -Afrique.

ANÍBAL MANAVE
ESTÁ DIVIDIDO


O moçambicano Aníbal Manave confessou no  sábado, durante a pausa colectiva da AfroLiga, estar dividido, quanto ao seu sucessor na presidência da Zona VI.
Dois candidatos já oficializaram as respectivas candidaturas, junto do organismo que tutela a modalidade no continente africano, no caso, a Fiba -Afrique.
Trata-se do angolano,  Paulo Alexandre Madeira Rodrigues da Silva, e do moçambicano, Abreu Muhimua, este último antigo árbitro de categoria internacional.
“Confesso, que estou dividido. São duas pessoas que conheço perfeitamente e acredito que qualquer um deles, está em condições de me suceder na presidência da Zona VI. Espero, muito sinceramente, que o vencer saiba dar continuidade ao trabalho que já foi realizado até aqui, porque as pessoas, tendencialmente, têm a mania de começar do zero, mesmo que as pessoas encontrem  um projecto em curso”, apelou.