Jornal dos Desportos

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Mark Cuban critica COI após lesão de George

05 de Agosto, 2014

Dallas Mavericks, Mark Cuban, fez no domingo duras críticas ao Comité Olímpico Internacional (COI)

Fotografia: DR

O Mundial é organizado pela Federação Internacional (FIBA), mas o dirigente lembrou que a participação de atletas norte-americanos da NBA em competições internacionais voltou a acontecer nas Olimpíadas de 1992, quando a Dream Team de Michael Jordan, Magic Johnson e companhia encantou o mundo em Barcelona.

Cuban disse à ESPN que o COI acumula todos os benefícios, enquanto os clubes têm de arcar com os prejuízos por ceder atletas para as selecções nacionais.

“A pior farsa da história foi o COI convencer o mundo de que os Jogos Olímpicos eram uma questão de patriotismo e orgulho nacional, e não de dinheiro”, disparou.

“Os jogadores e os donos de clubes têm de se reunir e criar o seu próprio Campeonato do Mundo de basquetebol”, sugeriu Mark Cuban, que já pagou milhares de dólares em multas pelas suas declarações polémicas.

“O COI anda a brincar com a NBA. É uma organização marcada pela corrupção, que lucra milhões de dólares”, realçou. Paul George sofreu uma fractura exposta ao cair mal quando tentava impedir uma jogada de James Harden, em imagens que chocaram o mundo.

A cena foi tão forte que provocou o encerramento do jogo antes mesmo do fim do tempo regulamentar. O jogador de 24 anos foi operado na madrugada de sábado e corre sério risco de perder a próxima temporada da NBA. O acordo da NBA com a FIBA autoriza os clubes a não liberar atletas para competir com as suas selecções com base numa “preocupação médica razoável”. Esta cláusula foi usada pelo San Antonio Spurs para vetar a participação do argentino Manu Ginóbili no Mundial, que vai ser disputado de 30 de Agosto a 14 de Setembro, em Espanha.


NBA
Kobe admite medo
na hora da despedida


A hora de parar não é de fácil decisão para nenhum atleta. E com Kobe Bryant não tem sido diferente. O astro do Los Angeles Lakers admitiu que sabe que a sua carreira está a chegar ao fim, mas teme o dia em que não tiver mais que entrar numa quadra de basquetebol.

"Sei que a minha carreira está perto do fim e que tenho que me preparar para a vida após o desporto, como qualquer atleta", disse Kobe em entrevista ao jornal alemão “Die Welt”. “Tenho medo de uma vida sem o basquetebol, isso é normal”.