Jornal dos Desportos

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Fora de Campo

Brincadeira no pódio

17 de Março, 2015

A imagem de Max Meyer causa furor nas redes sociais. É caso para dizer que o futebolista CR7 vende bem até no que toca aos adversários.

Fotografia: AFP

A vitória no Grande Prémio da Austrália de Fórmula 1, no último domingo, deixou o britânico Lewis Hamilton de bom humor. O piloto da Mercedes divertiu-se com as entrevistas de pódio conduzidas pelo actor Arnold Schwarzenegger e brincou com a altura do austríaco, célebre pelos filmes da série “Exterminador do Futuro”. “É o Arnold Schwarzenegger, amigos!”, exclamou o britânico ao ver o actor no pódio. “É incrível continuar a vencer e estar aqui em cima com você. Achei que fosse mais alto”, disse Hamilton, de 1,74m, em meio a risos. Schwarzenegger, que tem 1,88m, divertiu-se com a observação do bicampeão mundial de Fórmula 1 e afirmou estar sem os seus sapatos de salto alto. Os dois ainda disseram juntos a famosa frase do austríaco nos filmes da série Exterminador do Futuro: “Eu voltarei (I’ll be back em inglês)”, para delírio dos fãs nas bancadas do Albert Park.

BREVE
Autocarro do Bayern fica sem combustível

Da Alemanha chega outras histórias inusitadas. Habituada a jogar contra “autocarros” (entenda-se defesas cerradas), a equipa alemã esqueceu-se de abastecer o meio de transporte e acabou por ficar parado a meio do caminho de regresso a casa, após o encontro com o Werder Bremen disputado no último sábado. A imagem da equipa campeã alemã tornou-se viral nas redes sociais e os internautas questionam as causas de esquecimento do veículo. Tudo é possível...

Max Meyer veste cuecas CR7 no Bernabéu
O jogador do Schalke 04, Max Meyer, deu nas vistas no jogo da segunda mão dos oitavos de final da Champions com o Real Madrid, pela roupa interior. Uma imagem posta a circular nas redes sociais mostra que o jogador alemão defrontou Cristiano Ronaldo e companhia com umas cuecas da marca CR7. A imagem de Max Meyer causa furor nas redes sociais. É caso para dizer que o futebolista CR7 vende bem até no que toca aos adversários.

Beijos de Macaco

A hostilidade nos Estádios russos faz da rotina do atacante Hulk um desafio. O brasileiro do Zenit já sofreu ofensas da própria claque nos seus primeiros meses e convive com a intolerância. O último incidente ocorreu no último domingo, em Moscovo, após marcar o golo do Zenit no empate com o Torpedo local. Hulk ouviu a claque local a imitar sons de macaco e respondeu levando a mão à orelha, como se instigasse as ofensas, e mandou beijos em direcção aos adeptos adversários. A lógica de Hulk é não usar da intolerância no combate do racismo, não se sujeitar a descer ao nível dos preconceituosos para se defender. “O que mais pode fazer nesse tipo de situação, além de apenas reagir com um sorriso? Se reagir aos fãs com respeito, então talvez eu consiga o mesmo de volta. O futebol devia unir as pessoas e não dividi-las por diferentes razões”, disse.