Jornal dos Desportos

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Fora de Campo

Desculpa silenciosa

17 de Abril, 2015

Lewis Hamilton, foi acusado de "machismo"

Fotografia: AFP

Acusado de “machismo,” por despejar garrafa de “champagne” na cara de uma rapariga no pódio de Xangai, Lewis Hamilton ainda não pediu desculpas. A reacção tarda a acontecer e alguns círculos sentem-se  incomodados pelo silêncio do bi-campeão mundial de Fórmula 1. O piloto britânico da Mercedes, Lewis Hamilton, foi acusado de “machismo” e de desrespeitar os “direitos das mulheres” pela forma polémica como celebrou a vitória no Grande Prémio da China, em Fórmula 1, ao despejar uma garrafa de “champagne” sobre uma das mulheres que recebem os pilotos no pódio. A acusação parte da directora executiva da Object, Roz Hardie, que exigiu um pedido de desculpas por parte do piloto britânico, após o seu comportamento no pódio do circuito de Xangai. A directora da organização não governamental (ONG) classificou ainda o comportamento de Hamilton de “machista” e considerou que o piloto inglês revelou um total défice de respeito para com os direitos das mulheres e que a sua vitória em Xangai ficou “manchada”.

NEYMAR JÚNIOR
Acção cancelada


O Ministério Público de São Paulo recomendou a extinção da acção movida por Neymar contra a modelo Laryssa Souza de Oliveira. Desde Abril de 2014, o craque do Barcelona tenta intimar a modelo para dar explicações sobre as declarações que fez à imprensa, depois de ser apontada como pivot da crise de relacionamento do jogador com a actriz Bruna Marquezine, no ano passado. Na época, Laryssa Oliveira afirmou que Neymar pagava viagens para as amigas o visitarem em Barcelona e que tinha tido um caso com o craque. O episódio veio à tona, quando fotos de Laryssa e Anny Alves, na casa do jogador, vazaram depois de serem compartilhadas pelo aplicativo WhatsApp. As duas foram ameaçadas pelo atacante e seus amigos, o que pode ter motivado as declarações.  Neymar entrou com o pedido de intimação na 1ª Vara Criminal de Ipatinga-MG, cidade natal da modelo em Fevereiro. Sem sucesso, na Justiça mineira, a equipa jurídica do jogador abriu a mesma acção em São Paulo, em Abril. A “derrota” refere-se ao pedido que corria na Vara do Juizado Especial Criminal do Foro de Santos. O MP-São de Paulo afirmou que a assessoria jurídica do jogador perdeu os prazos para  prosseguimento do caso e por isso, recomendou a extinção para o juiz que vai analisar o caso.