Jornal dos Desportos

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Fora de Campo

Nos braços de Lucia

21 de Janeiro, 2015

Nova dona do coração de Ronaldo chama-se Lucía Villalón

Fotografia: AFP

Na última segunda-feira completou-se uma semana desde que Cristiano Ronaldo marcou a actualidade noticiosa por duas razões: a conquista da terceira Bola de Ouro e os rumores de separação da modelo Irina Shayk. A confirmação oficial do fim da relação chegou apenas no último fim de semana, mas o craque português do Real Madrid já terá "substituído" a russa por uma jornalista espanhola. A nova dona do coração de Ronaldo chama-se Lucía Villalón, tem 26 anos e trabalha no canal de televisão do clube madrileno, de acordo com o site Europapress.
A proximidade por motivos profissionais terá evoluído para uma cumplicidade e a apresentadora do canal dos merengues esteve mesmo em Zurique a assistir à consagração do craque português, ao contrário de Irina Shayk.

O alegado relacionamento foi lançado pela primeira vez pelo programa La Mañana de La 1, onde foram deixadas pistas sobre a identidade de Lucía Villalón, tais como o primeiro nome começar por L e o facto de trabalhar num clube temático. A suposta relação não foi ainda confirmada por nenhuma das partes, embora a imprensa espanhola esteja já a "ferver" com os rumores.


SELECÇÃO DO IRÃO
Selfies proibidos


Os futebolistas da selecção do Irão, que disputam na Austrália a Taça da Ásia sob o comando do português Carlos Queiroz, foram avisados de que podem ser punidos caso tirem ‘selfies’ com mulheres. O aviso aos jogadores foi feito pelo chefe do comité de ética da Federação de Futebol do Irão, Ali Akbar Mohamedzade, que alertou para a possibilidade de os jogadores serem usados como “instrumento político” caso tirem fotos com adeptas.
“Os jogadores da selecção devem estar cientes do perigo de serem usados como arma política (...) e por isso não devem tirar fotos”, disse Shahrvand a um jornal iraniano.

O responsável federativo acrescentou que caso os jogadores desobedeçam vão ser castigados, sem no entanto indicar as punições a aplicar. Muitos adeptos e adeptas iranianas, com adereços de apoio à equipa, têm marcado presença nos estádios onde a selecção do seu país tem jogado. No Irão, as mulheres são proibidas de entrar em estádios de futebol.